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terça-feira, 29 de março de 2011

cancelamento


Para além de ser um péssimo jornal, o “Póvoa Semanário” ainda usufrui dos favores da Câmara Municipal ao ver regularmente publicada uma separata sobre desporto com o título “Folha Desportiva”. Por este motivo e, principalmente, porque existe na Póvoa de Varzim um jornal excelente, como é o “Comércio da Póvoa”, cancelei a minha assinatura, esperando que na minha caixa de correio continue a ser depositada a respectiva edição, tal como o já clássico “Folha Municipal”, já que o dinheiro que a autarquia utiliza é de todos nós, contribuintes.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

borrada no post


Acontece a qualquer um, principalmente aos melhores. Enquanto escrevia o pst de hoje toquei na tecla errada e apaguei tudo. Foi o que se chama uma grande borrada absurda. Eh eh eh! Bom 2011!

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

parto o coco a rir


Francamente, as bandeiradas do diário poveiro Póvoa Semanário, para além do excesso de vírgulas, da sua errada colocação e dos erros ortográficos são um manual de bom humor poveiro. Julgo, pois, de acordo com o que é a tradição livresca da cidade, que o seu autor deveria candidatar-se ao prémio humor do Correntes D'escritas. Oh pá, urge reflexão!

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

preciso de ajuda


Caros leitores preciso da vossa ajuda para tentar compreender o parágrafo sublinhado de mais uma deliciosa bandeirada desse exemplo de jornalismo sustentado que é o diário poveiro Póvoa Semanário.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

a fatídica última página




É um jornal que até começa bem. Uma primeira página apelativa, umas notícias de roda pé, sem muitos floreados, como a Câmara gosta, uns artigos de opinião com nota 10/20, uma página de desporto sofrível e algumas ondas culturais, espelho da nulidade da autarquia neste campo. É assim o diário poveiro "Póvoa Semanário". Igual a tantos outros jornais locais espalhados por esse país. Condenados a morrer, em minha opinião, no seguimento da extinção das autarquias, medida que considero urgente para bem da democracia e, acima de tudo, para colocar um ponto final na corrupção que abala todos os alicerces económico-financeiros.

A última página é que torna a situação insustentável. Confesso que leio o jornal de trás para a frente. A última página é obrigatória e deveria ser um caso de estudo. Será que o Kadafe dos Pneus está atento de forma a conceder uma menção honrosa no próximo Correntes?

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

chapa 600




Não tenho qualquer dúvida que o maior sustentáculo do poder autárquico vem da imprensa local. Fraca, subserviente, manipulável e medrosa.

Vejamos os 3 poveiros:

1- O diário "Póvoa Semanário". Fraco, cheio de erros ortográficos, com péssimo português, artigos medíocres dos colaboradores, e total disponibilidade para o poder de Zé Laia que prontificou-se a injectar dinheiro para salvar o jornal da falência, a qual se aguarda que aconteça a qualquer momento;

2- O semanário "Vozes da Póvoa". Cópia integral das notícias do site da Câmara e quando aborda questões de âmbito local fá-lo sempre por simpatia para com os intervenientes. Quanto ao resto, não deixa de ser patético as sistemáticas abordagens, por artigos de opinião, de questões de âmbito nacional quando existem tantos e tão graves problemas na cidade. Tudo sempre por uma perspectiva esquerdista.

3- O centenário "Comércio da Póvoa", o tal que é republicano e defensor dos interesses locais. Sistemáticas abordagens dos problemas locais sem pôr em causa a liderança de Zé Laia, o qual obtém extrema simpatia por via do seu passado esquerdista, traço que é visível por todo o jornal. Apesar de ser, de longe, o melhor, não deixa de manter um afastamento crítico para com a gestão de Zé Laia.


Depois destas observações, inúteis por natureza, porque o que nasce torto, torto morre, é tempo de passar ao assunto principal que é nada mais nada menos do que a verdade na imprensa.

Como todos devem ter reparado, foi publicitada a presença de mais de 600 pessoas em dois eventos recentes: a festa da Beneficiente e o jantar para angariação de fundos para os Bombeiros.

Na primeira, rezam as crónicas, não estiveram mais de 300 pessoas e no segundo fácil é concluir que o número foi muito semelhante.

Pelas fotos do dito jantar conclui-se que cada mesa teria cerca de 11-12 pessoas. Não mais. Se fossem ocupadas 30 mesas teríamos cerca de 330-360 pessoas. Não estavam 30 mesas ocupadas, pelo que naturalmente a notícia é mentirosa.

Aliás, as próprias declarações de Zico nas rádios demonstravam um certo desencanto e alguma frustração, condizente aliás com o total insucesso da iniciativa. Obviamente os jornais apoiam, através de notícias mentirosas, este tipo de eventos, retribuindo dessa forma os milhares de euros que entraram nos cofres por via das páginas que Zico pagou a anunciar a "bola de neve".

Oh Zico estou com pena de ti, tu que até és bom homem!

terça-feira, 2 de novembro de 2010

carta aberta ao fmi




Exº Senhor Presidente do FMI:

Na qualidade de um humilde cidadão da cidade da Póvoa do Varzim, venho apelar a V. Exª para que intervenha, dentro do âmbito que lhe é permitido, o financeiro, na minha querida cidade. Eu sei que V. Exª está preocupado com a situação financeira de Portugal e quanto isso o apoquenta. Ter que entrar no país, liderar a recuperação económica, injectar dinheiro, descobrir os podres da política financeira, os casos de corrupção, etc. Sinceramente, espero que isso nunca venha a acontecer para bem da sua saúde pessoal. No entanto, na Póvoa do Varzim há um caso inadiável de intervenção do organismo a que preside. Trata-se de um jornal local, diário, de nome "Póvoa Semanário". Este jornal está completamente endividado, os melhores jornalistas saíram por falta de pagamento de vencimentos e a situação financeira é refém da Câmara de Zé Laia, indivíduo bem conhecido de V. Exª pela fama que granjeou como corrupto nas Honduras. Zé Laia e o seu lacaio, o Desaires Eleitorais, viram a oportunidade de injectar dinheiro dos contribuintes neste jornal e, dessa forma, torná-lo refém politicamente das ideias daqueles dois, o que de facto se verifica. O jornal edita uma separata mensal com publicidade dos eventos do Partido do Social e do Democrata. O problema, porém, Sr. Presidente, é que o pasquim vem revelando uma falta de qualidade nunca antes, nem depois, vista, o que compromete a sua independência e, pior ainda, a sua existência. Apresento-lhe dois exemplos do péssimo português, o que encabeça esta minha missiva e o que passo a expôr:











Desde já grato pela sua atenção sou,


O Cronista

terça-feira, 12 de outubro de 2010

carta aberta ao "póvoa semanário" (a segunda)


Exº Senhor Director do jornal diário poveiro da Póvoa do Varzim "Póvoa Semanário":

Escrevo-lhe novamente uma carta aberta para lhe dar conta de que o jornal que dirige vai de mal a pior. Se as minhas preces quanto à entrega do mesmo atempadamente melhoraram, devo no entanto salientar que a sua qualidade tem vindo a decrescer progressivamente. O número da última semana foi de uma mediocridade confrangedora, a qual a continuar a este ritmo pode significar o fim de um pasquim que muitos, principalmente os ligados à autarquia, apreciavam de sobremaneira.
Em primeiro lugar quero prevenir V. Exª para o boicote que o redactor das bandeiradas tem vindo sistematicamente a infligir à sua Direcção. Repare na bandeirada amarela da última semana:


Não é descriminar, mas sim discriminar. É básico Sr. Director.

Depois na mesma página, mesmo ao lado, na entrevista ao Farto temos um erro crasso. Tão crasso que até influenciou o desempenho daquele, que de tão deslumbrado nem conseguiu vislumbrar que estava a fazer coro com Zé Laia e que, notoriamente, está agarrado ao lugar, principalmente a partir do momento em que, após reunião com a HÁ GEN chegaram a acordo quanto à redução de lugares. O homem está deslumbrado com a possibilidade de poder encaixar uns milhares na conta pessoal. Veja Sr. Director o erro:



Por último Sr. Director tem que mandar o seu cronista do PSD voltar a aprender português, porque a qualidade do expresso nas respectivas crónicas é de uma insuficiência atroz. Veja Sr. Director:


Exº Senhor Director:

Entenda estas minhas críticas de uma forma construtiva. Não fique deslumbrado com o dinheiro que entra da Câmara, mas tente vislumbrar o que vai mal no seu jornal.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

pontos de vistas! eh eh eh!





Senhor Director do jornal diário poveiro da Póvoa do Varzim "Póvoa Semanário" estou-lhe a escrever esta carta aberta para lhe demonstrar os meus pontos de vistas sobre a qualidade do jornal que V. Exª tão sabiamente dirige.
Como sabe os meus afazeres amorosos obrigaram-me a vir residir para Guimarães, cidade que muito bem me acolheu e onde me sinto em casa. Pois devo dizer-lhe que o jornal tem chegado com uma, duas semanas de atraso, o que muito perturba a minha aquisição de conhecimentos sobre a linda cidade de Zé Laia.
Para além deste contratempo, Senhor Director, continuo a verificar que o jornal vem repleto de erros ortográficos, o que contribui desgraçadamente para o seu descrédito junto dos leitores. Veja, para além da imagem que encabeça este texto, o seguinte:




Por último, Senhor Director, sendo eu assinante do jornal pelo qual pago uma quantia desajustada à sua qualidade, gostaria de saber a que título o mesmo acolhe publicidade da Câmara Municipal sob a epígrafe "Folha Desportiva", a qual, presumo, vem do dinheiro dos contribuintes, sendo pois eu um duplo assinante.

Gostaria de obter respostas a estes meus pontos de vistas. Obrigado.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

fezes à solta!


Até estou envergonhado com este título e o leitor tem toda a razão em suspeitar de que se trata de assunto relacionado com a nova ETAR, que foi inaugurada com pompa e circunstância, mas, segundo consegui apurar, ainda não se encontra a funcionar na Póvoa do Varzim, ao contrário do que acontece em Vila de Conde. Mais um azar a juntar a tantos outros.
Não! Não se trata disso.
Desde logo uma reclamação formalizada por carta aberta enviada a todos os jornais locais: meus amigos os jornais estão a chegar com duas semanas de atraso a Guimarães, cidade que adoptei para viver e conviver amorosamente. É irritante um poveiro de gema como eu estar duas semanas sem notícias da sua linda cidade de Zé Laia.
Mas nem tudo são más notícias e, às vezes, há males que vêm por bem. Estava eu um dia destes a folhear o melhor diário da Póvoa do Varzim, o "Póvoa Semanário" quando dei de caras com as bandeiradas da última página. Eh eh eh! Muito me ri. Ri-me sozinho que é a forma que eu mais gosto de rir. Quando um homem ri sozinho é porque encarou algo com muita graça.
Repare o leitor nesta bandeira vermelha:

Já há muito tempo que se falava de falta de segurança no interior do Porto de pesca. Veja bem. Mas o José Festas veio pôr o dedo na ferida. E como? Perguntará o leitor. Denunciando essa falta de segurança que há muito era conhecida. Eh eh eh!



Agora repare nesta outra vermelha:


As zonas são o que menos interessam...Eh eh eh! Só apercebendo o criatura mais tarde pelo cheiro, porque ele na hora não apercebeu que tinha pisado as fezes à solta. Eh eh eh!


E agora uma terceira bandeira vermelha: num parágrafo são utilizadas 6 vírgulas, uma das quais para isolar a palavra "já", ou seja: "infelizmente, e como é, já, habitual, este ano escolar iniciou-se, mais uma vez, com falta de auxiliares e professores". Eh eh eh!

Resta-me desejar, à Direcção do jornal, que, mantenha esta, veia cómica, para divertimento, já, agora, e sempre, de todos aqueles, poveiros, não poveiros, e por adopção, da Póvoa, do Varzim, e, que, consiga, manter-se por muitos, e bons, anos.

Eh pá de onde vieram tantas vírgulas. Maldição! Eh eh eh!

sexta-feira, 9 de julho de 2010

explicações de português




O jornal poveiro diário "Póvoa Semanário" continua a ser o mais polémico de entre os 3 que grassam na Póvoa do Varzim. Depois da saída de vários jornalistas por falta de pagamento de salários e da almofada financeira salvadora da Câmara Municipal, o jornal que todos tinham como não enfeudado a partidos políticos, salvo seja, continua a senda de demonstrar a todos os seus leitores como não se deve escrever em português. E não se pense que esta atitude não possui um sentido pedagógico. Possui sim. É ver quantos leitores, todas as semanas, procuram erros ortográficos, seja nos escritos do Virgulínha Tavares, seja nos da Peste Ana, seja nos do José Andrade, esse lutador anti-fascista e anti-touradas ou a favor delas.

Na última edição exemplos não faltaram. O jornal tornou-se numa caça ao erro ortográfico.