terça-feira, 2 de novembro de 2010

carta aberta ao fmi




Exº Senhor Presidente do FMI:

Na qualidade de um humilde cidadão da cidade da Póvoa do Varzim, venho apelar a V. Exª para que intervenha, dentro do âmbito que lhe é permitido, o financeiro, na minha querida cidade. Eu sei que V. Exª está preocupado com a situação financeira de Portugal e quanto isso o apoquenta. Ter que entrar no país, liderar a recuperação económica, injectar dinheiro, descobrir os podres da política financeira, os casos de corrupção, etc. Sinceramente, espero que isso nunca venha a acontecer para bem da sua saúde pessoal. No entanto, na Póvoa do Varzim há um caso inadiável de intervenção do organismo a que preside. Trata-se de um jornal local, diário, de nome "Póvoa Semanário". Este jornal está completamente endividado, os melhores jornalistas saíram por falta de pagamento de vencimentos e a situação financeira é refém da Câmara de Zé Laia, indivíduo bem conhecido de V. Exª pela fama que granjeou como corrupto nas Honduras. Zé Laia e o seu lacaio, o Desaires Eleitorais, viram a oportunidade de injectar dinheiro dos contribuintes neste jornal e, dessa forma, torná-lo refém politicamente das ideias daqueles dois, o que de facto se verifica. O jornal edita uma separata mensal com publicidade dos eventos do Partido do Social e do Democrata. O problema, porém, Sr. Presidente, é que o pasquim vem revelando uma falta de qualidade nunca antes, nem depois, vista, o que compromete a sua independência e, pior ainda, a sua existência. Apresento-lhe dois exemplos do péssimo português, o que encabeça esta minha missiva e o que passo a expôr:











Desde já grato pela sua atenção sou,


O Cronista

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