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quinta-feira, 26 de setembro de 2013

demagogia e populismo do candidato do cds

Já fiz referência ao facto de o CDS ser o partido que destruiu a cidade da Póvoa de Varzim, tal como ela foi delineada desde o início do século passado. Foi um horror, um crime contra a estética da cidade, algo indesculpável e imperdoável. Qualquer poveiro de bom senso e no pleno uso das suas faculdades mentais não pode votar no CDS, sob pena de estar a caucionar as actividades que Henrique Campos Cunha e Manuel Vaz, de forma criminosa, levaram a cabo na nossa póvoa.
Este candidato do CDS, o Jorge Quintas Serrano, que se apresenta pela segunda vez a sufrágio, é o herdeiro directo dessas políticas de destruição em massa, de especulação imobiliária, de falta de ideias para melhorar a cidade, de como minorar os efeitos do cimento que Macedo Vieira descarregou em toneladas e toneladas sobre o centro, enfim um deserto total, até porque é familiar de Campos Cunha, algo que agora pretende negar como se família se pudesse desprezar publicamente. Ao que isto chegou! E tem mais: o partido pretendia ter como cabeça de lista uma figura poveira de proa, prestigiada, independente, que pudesse garantir muita simpatia entre os poveiros, mas todos recusaram e sobrou o Jorge Quê Serrano.
Isto todos os poveiros já sabiam, mas o que mais me revoltou ultimamente foi Jorge Quintas Serrano servir-se da demagogia e do populismo para tentar conquistar votos entre o eleitorado mais fragilizado economicamente, servindo-se de expedientes condenáveis. Veja nesta imagem o exemplo acabado:























vamos acabar com os parcómetros, disse ele. Eh eh eh!

Desculpe lá leitor eu rir ainda antes de começar a escrever este post. E vou interromper para rir novamente. Ora, 1, 2 e 3, vou recomeçar. Fiquei muito curioso pelos cêdêessezinhos andarem a comentar que a candidata do PS, Elvira Ferreira, não tinha uma única ideia para a Póvoa, era fraquinha, fraquinha, que até estava a precisar de ir à Sopa dos Pobres.
Pensei de imediato: vou votar no Jorge Quintas Serrano e anunciar ao mundo essa minha decisão. Sim, o povo tem que saber que o Tone Lavrador vota no Jorge Serrano. E então fui ler as propostas do candidato. Li a primeira e fiquei por ali a rir, a rir, de tanto rir até pensaram que eu estava tolinho. 
Jorge Serrano apresentou em parangonas a seguinte proposta:

JORGE QUINTAS SERRANO QUER ACABAR COM OS PARCÓMETROS NA PÓVOA

E ele justifica, pois não é homem de atirar as coisas para o ar só por atirar. Ele justifica. E justifica como?

"É uma medida fundamental para que o comércio local possa vigorar"

E pergunta o leitor: ele disse isso? Disse, respondo eu. E dirá o leitor: que tipo inteligente, sim senhora, é destes que a Póvoa precisa.
Só que há um problema: Jorge Quintas Serrano não vive na Póvoa de Varzim e quando cá está enfia-se no apartamento a 30 metros do solo, que o sogro construiu de forma criminosa, a apreciar a paisagem.
É que os parcómetros, apesar de instalados, não funcionam há pelo menos 3 anos. Leram bem: 3 anos. Valha-me Deus! Temos que ter pena.
De repente, veio-me à memória aquela outra proposta dele de colocar pinos na entrada da rua da Junqueira, para dessa forma evitar os assaltos a que a artéria havia sido sistematicamente sujeita. Só que quando sugeriu essa medida já as lojas haviam sido todas assaltadas e os donos encarregaram-se de colocar gradeamento em ferro e aço.
Valha-me Deus! Temos que ter pena.

Aqui está Jorge Serrano, o Salvador da Póvoa:


segunda-feira, 1 de julho de 2013

odete costa separa as águas



É bonito ler-se notícias destas, notícias que nos emocionam, notícias que nos alegram, notícias que nos fazem acreditar, sim acreditar é o termo, acreditar no regime democrático, acreditar num país melhor, num país mais justo.
Então veja lá o leitor que aquela que foi considerada um "trunfo" de Jorge Serrano, uma "conquista" do CDS, veio para a imprensa dizer que vai distinguir as funções de Presidente do Instituto Maria da Paz Varzim com as de candidata. Fiquei pasmado. Mas isso nunca se tinha visto no regime democrático, pensei de imediato. Esta mulher é um balde de água fria, é uma pedrada no charco, é a luz ao fundo do túnel.
E diz mais: que tem "a instituição aberta a todos os candidatos", disse ela à Rádio Onda Viva.
Muitos poveiros não saberão, mas há quatro anos, quando o marido era uma laranja em crescimento, Odete Costa vedou a entrada ao candidato do PS Renato Matos. Esperemos que os CDessezinhos que vêm para cá comentar se lamentem: "votei no Dr. Renato mas agora vou votar na Odete Costa".

Como dizia o poeta: