Já fiz referência ao facto de o CDS ser o partido que destruiu a cidade da Póvoa de Varzim, tal como ela foi delineada desde o início do século passado. Foi um horror, um crime contra a estética da cidade, algo indesculpável e imperdoável. Qualquer poveiro de bom senso e no pleno uso das suas faculdades mentais não pode votar no CDS, sob pena de estar a caucionar as actividades que Henrique Campos Cunha e Manuel Vaz, de forma criminosa, levaram a cabo na nossa póvoa.
Este candidato do CDS, o Jorge Quintas Serrano, que se apresenta pela segunda vez a sufrágio, é o herdeiro directo dessas políticas de destruição em massa, de especulação imobiliária, de falta de ideias para melhorar a cidade, de como minorar os efeitos do cimento que Macedo Vieira descarregou em toneladas e toneladas sobre o centro, enfim um deserto total, até porque é familiar de Campos Cunha, algo que agora pretende negar como se família se pudesse desprezar publicamente. Ao que isto chegou! E tem mais: o partido pretendia ter como cabeça de lista uma figura poveira de proa, prestigiada, independente, que pudesse garantir muita simpatia entre os poveiros, mas todos recusaram e sobrou o Jorge Quê Serrano.
Isto todos os poveiros já sabiam, mas o que mais me revoltou ultimamente foi Jorge Quintas Serrano servir-se da demagogia e do populismo para tentar conquistar votos entre o eleitorado mais fragilizado economicamente, servindo-se de expedientes condenáveis. Veja nesta imagem o exemplo acabado:



















