terça-feira, 30 de novembro de 2010

zeca o empreiteiro


Zeca, um conhecido empreiteiro da cidade onde vivia, não só por ser militante do partido no poder, mas também por amiudadas vezes contribuir para a campanha eleitoral nas eleições locais, resolveu que queria transformar uma sala de condomínio num estabelecimento comercial de um edifício central da cidade.
Para isso ofereceu à autarquia um terreno agrícola no valor de 30 600 Euros e disse ao Presidente: mudas o PDN ouvistes e ganhes umas massinhas.
Com a alteração concedida pela autarquia Zeca encaixou o valor de 500 000 Euros, ou seja, entre o valor do terreno cedido e o encaixe financeiro pela autorização Zeca lucrou 470 000 Euros.
Tal facto causou estranheza e o caso foi investigado pelo Ministério Público e pela Polícia Judiciária.
A juíza de instrução criminal mandou arquivar o processo. Zeca e a autarquia , no entanto, irão ficar com o manto de suspeição.

Isto seria impensável numa cidade como a Póvoa do Varzim, onde Zé Laia tem guiado a sua conduta sempre pelo prisma da transparência.

Porém, um caso semelhante aconteceu em São João da Madeira. Leia aqui.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

preciso de ajuda


Caros leitores preciso da vossa ajuda para tentar compreender o parágrafo sublinhado de mais uma deliciosa bandeirada desse exemplo de jornalismo sustentado que é o diário poveiro Póvoa Semanário.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

o bacalhau e o vinho!

Momento em que Desaires Eleitorais entra de forma triunfal acompanhado do Garrafão de Vinho



Estes idiotas comportam-se como se fossem eles a patrocinar, como se saísse do seu bolso o dinheiro para este tipo de iniciativas, lamentáveis a todos os títulos, nomeadamente pelo aproveitamento político que deles é feito. Não. Quem paga é você leitor. Pelo que seria de boa educação que todos os vereadores fossem convidados. É claro quem quer estar no meio de tipos malcriados e grosseiros?

terça-feira, 23 de novembro de 2010

burros!







Os poveiros da Póvoa do Varzim não entendem, coitados. Têm uma diminuição intelectual. Os que se mantiveram no anonimato ainda tiveram vergonha de passar por burros, mas o que estiveram presentes no jantar não esconderam as orelhas. Burros! Se a Câmara deu 200 000 euros para a auto-escada isso significa que já todos contribuimos, nós contribuintes, consumidores e perseguidos pela polícia de Zé Laia. Todos demos. Não foram eles que deram. Fomos todos.

Agora o leitor vá consultar a sua factura da água. O que vê? Que está a paga-la cara. Claro. O dinheiro para os bombeiros tinha que vir de algum lado.

Burros!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

domingo, 21 de novembro de 2010

mais doping em navais




O Circuito das Terras de Camilo, disputado em Famalicão no dia 25 de Setembro, que ficara célebre pela falta de Manuel Zeferino (CD Navais-Póvoa de Varzim) ao controlo antidopagem realizado no final da corrida, saltou de novo para a ribalta com a revelação de que dois corredores submetidos ao controlo, Carlos Carneiro (CD Navais-Póvoa de Varzim) e Arlindo Fernandes (Viveiros Vítor Lourenço), acusaram substâncias proibidas.

O jornal A Bola revela que a análise feita a Carlos Carneiro detectou a presença do estimulante efedrina, ao passo que Arlindo Fernandes acusou o esteróide anabolizante norandrosterona. Carneiro, que chegou a ser campeão nacional de fundo enquanto profissional, venceu o circuito Terras de Camilo, devendo agora perdê-lo na sequência do positivo. Arlindo Fernandes foi o terceiro a cortar a meta.

Leia aqui. Entrega de prémios com a ausência de Manuel Zeferino aqui.

Ainda bem que estas notícias são sobre a Póvoa de Varzim, porque na Póvoa do Varzim e devido à acção sensibilizadora de Zé Laia estas coisas foram definitivamente banidas.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

"descriminação negativa"


Um dia destes fiquei pasmado em frente à montra da Sapataria do Tony:

"Precisa-se funcionária entre os 19 e os 26 anos"

Podia ler-se no anúncio afixado na vidraça. Nunca pensei que o Tony fosse capaz de discriminar as mulheres em função da idade. Desceste na minha consideração e desde já te garanto: não volto a comprar um par de sapatos na tua loja, atitude que espero ver estendida a todos os poveiros e, acima de tudo, a todas as poveiras que, independentemente da idade, atravessam dificuldades em conseguir um emprego.

Como diria o Director do diário poveiro da Póvoa do Varzim, Póvoa Semanário, a tua atitude constitui uma "descriminação negativa".

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

o coro


O que diz o vocalista principal?




O que canta o corista?






E assim se dá música aos cidadãos da Póvoa do Varzim.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

denúncias de corrupção


Você pagou pelo seu apartamento um preço que inclui o que foi oferecido ao autarca. Você foi excluído de um concurso, embora fosse o mais qualificado, porque o escolhido tinha uma cunha de todo o tamanho. Você vendeu o seu terreno com o argumento de que ele não valia nada porque estava destinado a reserva agrícola e algum tempo depois vê lá serem edificados vários edifícios. Você para ver a sua casa ser despachada na autarquia teve que desembolsar uma enorme quantia em dinheiro vivo para o responsável do departamento.
Todos somos prejudicados. É uma economia paralela que mina e destrói toda a democracia.
A Procuradoria Geral da República criou uma página para denunciar casos de corrupção aqui. permitindo aos utilizadores a manutenção do anonimato.
Não sei se a Póvoa do Varzim vai entupir o site. Sei que só no primeiro dia foram apresentadas mais de 100 denúncias.

Dois exemplos a investigar:

1- Um Presidente de Câmara, munido de informação privilegiada quanto ao desenvolvimento da cidade decide, juntamente com um familiar, constituir uma sociedade de compra e venda de imóveis convidando a associar-se à mesma um cidadão conhecido por ser financeiramente abastado. Adquirindo terrenos agrícolas a preços baixíssimos vende-os posteriormente por quantias avultadas, após alterações ao PDM que ele sabia iam acontecer. Com esta artimanha acumulou uma fortuna incalculável, socorrendo-se então de familiares para despejar dinheiro em diversas contas bancárias e assim iludir os mais distraídos.


2- Um vereador, conhecido por ostentar automóveis de alta cilindrada, na casa dos 60 000/70 000 Euros e por ser detentor de vários imóveis valiosíssimos, vê em Diário da república ser publicada a sua entrada para a reforma. Valor a receber mensalmente: 1 500 Euros. Aqui há gato!

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

és tu quem paga!







Numa época em que a crise veio para ficar, citando Zé Laia que citou Churchill, o dinheiro dos nossos impostos serve para Desaires Eleitorais se recriar no capítulo Desporto, neste particular criando uma equipa de Futsala e justificando a atribuição da quantia de 20 000 Euros com o facto de o suposto clube estar a crescer, o tal que é criação da própria Câmara, embora impulsionada pela sociedade civil, como está na moda dizer-se. Quem paga isto leitor?

Já sabe qual é a resposta. Tu seu burro.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

bola de neve continua a girar

Foi esta semana assinado o contrato programa entre a autarquia e os Bombeiros da Póvoa de Varzim, cidade vizinha da Póvoa do Varzim e rival em costumes e tradições. Os 200 mil euros canalizados para o efeito serão divididos em duas tranches como convém para não ser tudo de uma só vez. Os jornalistas estiveram presentes no acto e surpreenderam-se com o aspecto de Macedo Vieira, o Presidente da autarquia, o qual mantém péssimas relações com Zé Laia, o Presidente da Câmara da Póvoa do Varzim.
















O bigode outra vez!

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

a fatídica última página




É um jornal que até começa bem. Uma primeira página apelativa, umas notícias de roda pé, sem muitos floreados, como a Câmara gosta, uns artigos de opinião com nota 10/20, uma página de desporto sofrível e algumas ondas culturais, espelho da nulidade da autarquia neste campo. É assim o diário poveiro "Póvoa Semanário". Igual a tantos outros jornais locais espalhados por esse país. Condenados a morrer, em minha opinião, no seguimento da extinção das autarquias, medida que considero urgente para bem da democracia e, acima de tudo, para colocar um ponto final na corrupção que abala todos os alicerces económico-financeiros.

A última página é que torna a situação insustentável. Confesso que leio o jornal de trás para a frente. A última página é obrigatória e deveria ser um caso de estudo. Será que o Kadafe dos Pneus está atento de forma a conceder uma menção honrosa no próximo Correntes?